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  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
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O Ministério Público acusou 18 pessoas por terem, alegadamente, falsificado receitas médicas e certificados de óbito, durante um período de três anos, avança a Lusa. Os crimes não ficaram por aqui.

A acusação foi deduzida a 15 de julho pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa e em causa estão os crimes de falsificação de documento, burla qualificada, branqueamento, burla informática, detenção de arma proibida, abuso de cartão, dispositivo ou dados de pagamento, perseguição, perturbação da vida privada, abuso e simulação de sinais de perigo, extorsão, ameaça e instigação pública a um crime.

“Nos anos de 2022, 2023 e 2024, os arguidos acederam a plataformas de uso exclusivo de profissionais habilitados, designadamente, plataformas em uso no Sistema Nacional de Saúde (SNS)”, refere um comunicado da Procuradoria-Geral Regional de Lisboa, emitido nesta segunda-feira, dia 21.

Os arguidos terão ainda acedido ao sistema informático da Segurança Social e divulgado e-mails fraudulentos em nome de entidades como a EDP, Endesa e a CTT. São também suspeitos de criar um site “para partilha anónima e persistente dos dados pessoais de terceiros”.

Até ao momento, três dos 18 arguidos, estão a aguardar o processo em prisão preventiva.

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