O governo prepara-se para anunciar na próxima quinta-feira quem irá suceder a Mário Centeno à frente do Banco de Portugal.
Nos últimos dias, os rumores que dão António Ramalho como um dos três nomes que estão em cima da mesa de Luís Montenegro têm causado alguma preocupação em alguns setores do mundo financeiro nacional, onde o antigo presidente do Novo Banco é visto como não tendo “o mínimo perfil” para ocupar o cargo.
Desde há três meses à frente da Lusoponte, uma empresa detida pelos franceses da Vinci e pela Mota-Engil, e com uma crescente ‘via verde’ junto do Governo, o marido da atual ministra do Trabalho e Segurança Social tem estado recentemente muito ativo em alguns dos mais importantes fundos imobiliários que atuam no nosso país e que protagonizaram importantes negócios nesse setor nos últimos tempos.
@24horaspt O governo prepara-se para anunciar na próxima quinta-feira quem irá suceder a Mário Centeno à frente do Banco de Portugal. Nos últimos dias, os rumores que dão António Ramalho como um dos três nomes que estão em cima da mesa de Luís Montenegro têm causado alguma preocupação em alguns setores do mundo financeiro nacional, onde o antigo presidente do Novo Banco é visto como não tendo “o mínimo perfil” para ocupar o cargo. Desde há três meses à frente da Lusoponte, uma empresa detida pelos franceses da Vinci e pela Mota-Engil, e com uma crescente ‘via verde’ junto do Governo, o marido da atual ministra do Trabalho e Segurança Social tem estado recentemente muito ativo em alguns dos mais importantes fundos imobiliários que atuam no nosso país e que protagonizaram importantes negócios nesse setor nos últimos tempos.
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