Os dados são do primeiro relatório do ‘Sistema de Indicadores de Políticas de Inclusão – SIPI’, que elaborou, em conjunto com o ISCTE-CIES, um inquérito a mais de 700 pessoas com deficiências físicas ou visuais.
As conclusões não são risonhas. Cerca de 40% dos inquiridos sobrevive com um rendimento inferior ao salário mínimo nacional e cerca de 20% recebe, apenas, a Prestação Social de Inclusão: 324,55 euros.
63% dos inquiridos não têm emprego permanente, havendo uma taxa de desemprego entre pessoas com deficiência, em Portugal, que chega aos 12,8%, “mais do dobro da média nacional”, lê-se no documento.
Os dados são do primeiro relatório do ‘Sistema de Indicadores de Políticas de Inclusão – SIPI’, que elaborou, em conjunto com o ISCTE-CIES, um inquérito a mais de 700 pessoas com deficiências físicas ou visuais. As conclusões não são risonhas. Cerca de 40% dos inquiridos sobrevive com um rendimento inferior ao salário mínimo nacional e cerca de 20% recebe, apenas, a Prestação Social de Inclusão: 324,55 euros. 63% dos inquiridos não têm emprego permanente, havendo uma taxa de desemprego entre pessoas com deficiência, em Portugal, que chega aos 12,8%, “mais do dobro da média nacional”, lê-se no documento.