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  • ''Neutralidade de Montenegro será lesiva para o PSD'', David Justino
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Angola assinala esta terça-feira o 50.º aniversário da sua independência, proclamada a 11 de novembro de 1975. As comemorações decorrem na Praça da República, em Luanda, e contam com cerca de dez mil convidados e 45 delegações internacionais, entre elas a portuguesa, liderada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Estão credenciados 350 jornalistas para a cobertura da cerimónia.

As cerimónias incluem um desfile cívico com cerca de seis mil participantes, seguido de um desfile militar com quatro mil elementos das Forças Armadas e da Polícia Nacional. Será ainda atribuída, a título póstumo, a Medalha de Honra a Agostinho Neto, primeiro Presidente de Angola e proclamador da independência. O atual chefe de Estado, João Lourenço, deverá dirigir uma mensagem à nação.

Marcelo Rebelo de Sousa, que visita Angola pela sétima vez, afirmou à chegada que as relações luso-angolanas vivem um “momento único” e de “futuro promissor”, minimizando tensões passadas entre os dois países. Já o ministro Paulo Rangel sublinhou que Portugal é “um exemplo” de como superar o peso da História colonial, realçando a relação de cooperação e respeito mútuo.

As comemorações marcam também o encerramento do ciclo conjunto dos 50 anos do 25 de Abril e da independência angolana, celebrado ao longo de 2024.

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