CARDOSO ENTRA NA ‘CORRIDA’ À CÂMARA DO PORTO

O social-democrata Pedro Duarte, o socialista Manuel Pizarro, e o independente Nuno Cardoso lideram o ‘ranking’ de preferência dos portuenses na ‘corrida’ à sucessão de Rui Moreira à frente da Câmara Municipal do Porto.

Numa sondagem efetuada pela Multidados, a que o 24Horas teve acesso, perguntados sobre quem é o melhor candidato à autarquia portuense, 28% dos inquiridos colocam Pedro Duarte, o antigo ministro dos Assuntos Parlamentares como o preferido, enquanto Manuel Pizarro, o último ministro da Saúde de António Costa, é indicado apenas por 19%.

Curiosamente, Nuno Cardoso, hoje independente, e que liderou a Câmara do Porto entre 1999 e 2001, surge nesta sondagem com 13,5% no índice da preferência dos portuenses quanto a quem possa vir a ser o próximo edil da Invicta.

Esta entrada em cena de Cardoso, que chega a ultrapassar na sondagem, que possui uma margem de erro muito próxima dos 4 pontos percentuais, o seu antigo camarada de partido Manuel Pizarro na preferência dos eleitores da União das Freguesias de Aldoar, Foz e Nevogilde, confirma uma perceção que tem vindo a crescer nas últimas semanas, e que antevê uma disputa a três pela vitória no próximo dia 12 de outubro. Uma situação que deixa Cardoso naturalmente satisfeito: “Esta sondagem confirma que o Porto tem três candidatos, isto é, há três pessoas com a possibilidade de virem a ser presidentes da câmara. E uma delas sou eu!”, afirmou ao 24Horas.

Esta sondagem, da responsabilidade da Multidados, registada e depositada na ERC, foi encomendada pelo movimento independente ‘Porto Primeiro’, foi realizada entre os dias 14 e 28 de julho, com o objetivo de perceber a notoriedade dos candidatos à Câmara Municipal do Porto nas eleições autárquicas de 2025 independentemente do partido ou movimento que representam, através da resposta à questão “na sua opinião qual o melhor candidato à Câmara Municipal do Porto em 2025?”. O seu universo foi constituído por população recenseada no município do Porto, com 18 e mais anos, sendo a amostra de 600 entrevistas presenciais efetivas, com seleção aleatória, estratificada e polietápica dos pontos de amostragem e dos entrevistados proporcional aos dados da ERC (31/12/2023). A margem de erro, para um intervalo de confiança de 95%, é de +/- 3,99%.