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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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Olivia Yace, de 27 anos, anunciou a sua renúncia ao cargo de Miss Universo África e Oceânia, apenas alguns dias depois de ter terminado entre as cinco finalistas do Miss Universo 2025.

Yace representou a Costa do Marfim na competição internacional que decorreu em Banguecoque, Tailândia. Após alcançar o quarto lugar, a rainha de beleza recorreu ao Instagram para anunciar que, “com o coração cheio de gratidão e profundo respeito”, estava a abdicar do título: “Como representante da Costa do Marfim no Miss Universo 2025, percebi que era capaz de alcançar grandes feitos, mesmo perante a adversidade. Mas, para seguir em frente, preciso de permanecer fiel aos meus valores: respeito, dignidade, excelência e igualdade de oportunidades – os pilares que sempre me guiaram.”

Acrescentou ainda que a sua renúncia abrange “qualquer futura ligação com o Comité Miss Universo”.

“Durante toda a minha jornada como embaixadora e rainha de beleza, servi com compromisso, resiliência, disciplina e determinação”, continuou. “Contudo, para atingir plenamente o meu potencial, preciso manter-me firme nos valores que me orientam, princípios que traçam o caminho para a excelência.”

A jovem recordou o seu “maior desejo”: servir de exemplo para a próxima geração, em particular para as jovens. “Incentivo-as a desafiar os seus limites, a entrar em espaços onde acreditam não ter lugar e a assumirem com orgulho a sua identidade”, escreveu Yace, acrescentando que o compromisso com esta missão foi determinante para a sua decisão de renunciar.

“Abandonar o papel, agora diminuído, de Miss Universo África e Oceânia permitirá que me dedique integralmente à defesa dos valores que considero essenciais”, disse a concorrente. “Exorto as comunidades negras, africanas, caribenhas, americanas e afrodescendentes a continuar a ocupar lugares onde não são esperados. É assim que abrimos caminho para os que virão. Nunca deixem que alguém defina quem são ou limite o vosso potencial. A nossa presença importa e as nossas vozes devem ser ouvidas.”

Yace terminou por felicitar a vencedora do Miss Universo 2025, Fátima Bosch, e desejar uma “rápida recuperação” a Gabrielle Henry, representante da Jamaica, que caiu do palco durante a prova do vestido de noite preliminar.

Mas esta não foi a única a desistir da sua coroa. Brigitta Schaback também renunciou ao título de Miss Universo Estónia, poucos dias após representar o país no Miss Universo 2025: “Os meus valores e ética de trabalho não estão alinhados com os da diretora nacional, Natalie Korneitsik. Estou comprometida com o empoderamento feminino e a igualdade, e continuarei a desenvolver este trabalho de forma independente, sem qualquer ligação futura ao Miss Universo Estónia”.

A diretora nacional não respondeu ao pedido de comentário, mas a organização do Miss Estónia esclareceu: “Não houve qualquer conflito pessoal na decisão de Brigitta Schaback de abdicar do título.”

O comunicado da organização sublinha que “todos os participantes assinam um Acordo de Gestão Exclusiva, que define padrões de conduta profissional e comunicação. Infelizmente, alguns comentários recentes da Sra. Schaback foram considerados inapropriados, prejudiciais e fora dos protocolos profissionais, causando controvérsia pública”.

Apesar disso, Schaback pôde participar no Miss Universo 2025. Segundo a organização, a participação contou com “esforços consideráveis para apoiar a sua presença neste nível”. Após a final, a ex-Miss continuou a agir de maneira que a organização considerou desalinhada com o acordo, incluindo declarações negativas não autorizadas sobre a entidade, e algumas obrigações para com patrocinadores não foram cumpridas de acordo com os padrões exigidos.

A organização finalizou o comunicado afirmando que “iniciou o processo formal para concluir os deveres da Sra. Schaback” e sublinhou que continuará a enfatizar a importância da profissionalidade, diplomacia e comunicação entre as suas delegadas.

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