Frase do dia

  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
Search
António Galamba

Em rota de aproximação para as presidenciais de 18 de janeiro é já hoje claro a urgência de um despertar...

Em rota de aproximação para as presidenciais de 18 de janeiro é já hoje claro a urgência de um despertar cívico dos democratas, humanistas e progressistas, muito além dos egos, das circunstâncias de grupo e dos tacticismos de quem só vê uma parte nunca o todo.

Pela primeira vez, desde Abril, a direita e a extrema-direita podem ter o controlo sobre toda a estrutura do estado, da base autárquica ao topo presidencial, gerando ambiente para imposições unilaterais, desequilíbrios e a afirmação das tentações de sempre, já presentes no pacote laboral ou nos prenúncios de revisão constitucional para acerto de contas com a história ou os interesses.

Portugal precisa de um Presidente da República experiente, sério, exigente, não capturável por interesses particulares ou pelas agendas de sempre, que proteja a Constituição, que antecipe e sinalize os problemas, que qualifique o exercício político e as instituições democráticas e que mobilize os partidos e o país para responder aos problemas dos portugueses, das comunidades e dos territórios.

Só António José Seguro está em condições de o fazer, com equilíbrio e sentido da diversidade da nação, pela sua experiência nacional e internacional, pelo seu distanciamento em relação a interesses que têm impedido ou condicionado a concretização de respostas para as pessoas e pela sintonia com a realidade concreta do país. Seguro é um de nós. Esteve na política, foi à sua vida de pai, de marido, de professor e de pequeno empresário comprometido com as raízes de um Interior resiliente à indiferença dos decisores, dos media e da opinião pública. Regressa a agora, disponível para um país em que não gosta de muito do que vê, da pobreza à desigualdade salarial entre homens e mulheres, da espuma do dia que não responde aos problemas estruturais do país à falta de resposta para quem sofre, não tem oportunidades e vive desencantado com o funcionamento do sistema político e da democracia. Há uma alternativa de inconformismo além do protesto, focado na construção de soluções.

Sim, o Presidente não governa, mas tem a palavra, a ação, o gesto e a exigência que podem impor a construção de respostas de que o país precisa.

Seguro é um homem de convicções, de uma ética e de um sentido de Estado, que, no tempo de Sócrates, o levaram a votar contra o aligeirar das regras de financiamento dos partidos, sozinho entre os 230 deputados. Para ele, a ética, o interesse geral, o chão comum e o combate às injustiças são pressupostos para o país de excelência que quer.

Há um país sem voz, sem representação, sem respostas que tem em Seguro uma oportunidade de existência política, além do protesto inconsequente de quem se posiciona para dividir, implodir, desinformar e impor a visão de alguns contra os outros. Seguro é, como sempre, parte da solução.

É tempo de acordar, deixar de lado o acessório e os egos à esquerda e ao centro. Não haverá uma segunda oportunidade para corrigir o que está torto ou a entortar a ritmo acelerado. É já a 18 de janeiro. Acordai!

António Galamba é apoiante da candidatura de António José Seguro