Frase do dia

  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, informou que o acordo entre União Europeia (UE) e Mercosul será adiado para janeiro, informou a agência de notícias AFP. A assinatura do acordo comercial estava mergulhada numa tempestade de protestos e reservas políticas. Bruxelas foi palco de uma mobilização sem precedentes: milhares de agricultores ocuparam ruas e praças, denunciando o que consideram ser uma ameaça à agricultura do Velho Continente.

A declaração contraria a expectativa de que o tratado fosse assinado no próximo sábado, 20, tal como estava previsto. O grupo formado por França, Itália, Polônia, Áustria, Hungria e Irlanda alcançou o peso político necessário para impedir a aprovação imediata no Conselho da UE (que exige votos de países que somem 65% da população europeia).

De recordar que Lula da Silva tinha ameaçado desistir do acordo caso ele não fosse assinado no próximo sábado, porém, o presidente brasileiro, em conversa com jornalistas, disse que conversou com a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, nesta quinta-feira, e que ela pediu paciência, e pelo menos um mês para que o país possa entrar no acordo. O presidente brasileiro acrescentou que vai levar esse pedido para discutir com outros membros do Mercosul.

Os protestos em Bruxelas de mais de 10 mil manifestantes e as reservas de países, como a França e Itália colocaram um travão no propósito de assinar um acordo discutido há 25 anos

O tratado, discutido há mais de vinte anos, prevê a criação de uma das maiores zonas de livre comércio do mundo, envolvendo cerca de 780 milhões de consumidores. Apesar do avanço técnico das negociações, a falta de consenso político continua a travar a sua conclusão.

Enquanto os líderes discutiam o tratado, as ruas de Bruxelas foram palco de protestos violentos. Cerca de 10 mil manifestantes e 150 tratores bloquearam acessos ao Conselho Europeu, utilizando estrume e fogueiras para protestar contra o que chamam de “concorrência desleal” do agronegócio sul-americano.

Especialistas alertam para o risco de a UE sacrificar a coesão social e a sustentabilidade agrícola em nome do comércio internacional. O futuro do acordo permanece incerto, mas uma coisa é clara: a pressão das ruas já condiciona a agenda europeia.

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