Frase do dia

  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
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  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
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A divulgação de milhares de documentos e fotografias ligados a Jeffrey Epstein, o galã condenado por tráfico sexual, que morreu em 2019, voltou a reacender o interesse público e político nos Estados Unidos. Entre os materiais divulgados pelo Departamento de Justiça do país, que faz parte de um processo de transparência aprovado por lei, surgem imagens de várias figuras conhecidas, incluindo Bill Clinton, Mick Jagger e Michael Jackson, mas a presença de Donald Trump tem sido motivo de intenso debate e especulação.

Nalgumas imagens, o agora presidente dos EUA surge rodeado de várias mulheres, em contextos sociais descontraídos, sempre com uma expressão descontraída ou bem‑humorada. Uma das fotos que mais tem circulado mostra uma caixa de preservativos, onde aparece uma imagem de Trump, acompanhada da expressão “I’m huge” [“sou enorme”, em português].

O presidente norte-americano, que participou em inúmeros eventos sociais com Epstein, nas décadas de 1990 e 2000, surge apenas de forma fragmentada nos ficheiros divulgados até agora, o que tem alimentado críticas e desconfiança sobre a transparência do processo. Parte dos registos em que Trump apareceria terá sido, aparentemente, ‘apagada’ ou retirada da base pública dos arquivos, levando opositores e legisladores a questionar se a revelação está a ser feita de forma completa.

A Casa Branca e a administração Trump afirmam que a divulgação está a obedecer à lei e às exigências de proteção de vítimas, mas críticos acusam que muitos ficheiros foram demasiado redigidos ou sequer não foram tornados acessíveis, em especial os que poderiam trazer informação mais direta sobre figuras políticas contemporâneas.

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