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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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André Pardal

Agora que terminaram os vinte e oito (!!!) debates televisivos, num formato de duelos de escassos trinta minutos - para...

Agora que terminaram os vinte e oito (!!!) debates televisivos, num formato de duelos de escassos trinta minutos – para o puro soundbyte -, entre oito dos (até ao momento) onze candidatos admitidos a eleições pelo Tribunal Constitucional, eis que se iniciará o período de campanha eleitoral para as eleições presidenciais.

Campanha essa onde – fora da bolha mediática e do escudo protetor dos aparelhos partidários –, hoje mais do que nunca, se jogará o futuro próximo do nosso País.

Porque é no contacto de rua e no contínuo esclarecimento, sobre os mais diversos temas, dos eleitores que se faz a democracia e se forjam lideranças.

E, se há lição a retirar no conjunto dos debates, é de que o único candidato verdadeiramente independente das lógicas partidárias, com experiência e conhecimento da sensível realidade internacional, mas, acima de tudo, com perfil e autoridade presidencial, é o Almirante Gouveia e Melo. 

Daí que tenha (tem) sido o alvo a abater por todos, sem exceção.

Gouveia e Melo não é candidato para salvar uma (frustrada) carreira política, para proteger o status quo (mais ou menos obscuro) ou para tentar nas eleições presidenciais o que não conseguiu em legislativas anteriores.

É candidato porque tem uma profunda e genuína noção do serviço público, uma verdadeira consciência dos poderes presenciais, e, mais do que tudo, quer mesmo ser Presidente da República.

Os portugueses, supremos julgadores, farão a sua (a única) sondagem no próximo dia 18.

André Pardal, advogado e antigo deputado do PSD, é apoiante da candidatura de Gouveia e Melo