Frase do dia

  • “Não seremos cúmplices de algo por medo de represálias”, Pedro Sánchez, em resposta a Donald Trump
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António Galamba

Há eleições que não servem apenas para escolher pessoas. Servem para medir o estado de um país. As presidenciais de...

Há eleições que não servem apenas para escolher pessoas. Servem para medir o estado de um país. As presidenciais de janeiro não são uma eleição como as outras. O que está em causa não é um estilo, um temperamento ou um perfil mediático. Está em causa o equilíbrio do regime democrático num momento em que o poder político tende a concentrar-se, a radicalizar-se ou a confundir maioria com hegemonia.

Portugal vive hoje um tempo de fadiga democrática. As pessoas sentem que a política fala demasiado de si própria e pouco da sua vida concreta. Sentem que as instituições não antecipam e respondem tarde, mal ou nunca. E quando a democracia deixa de responder, outros discursos mais simples, mais agressivos, mais perigosos ocupam o seu lugar.

É neste contexto que a candidatura de António José Seguro ganha sentido político e urgência cívica.

Seguro não se apresenta como um salvador nem como um comentador permanente da atualidade. Apresenta-se como aquilo que a Constituição exige num tempo exigente: um Presidente de equilíbrio, de responsabilidade e de compromisso democrático. Um Presidente que não governa, mas que impede que o poder se feche sobre si próprio ou ignore a realidade concreta das pessoas e dos territórios. Que não dramatiza, mas também não normaliza derivas preocupantes.

Num país cansado de ruído e de taticismo, Seguro oferece algo raro: previsibilidade democrática. Experiência política sem cinismo. Convicções firmes sem sectarismo. Capacidade de diálogo sem cedência nos valores essenciais.

Ao longo do seu percurso, mostrou que sabe unir quando é mais fácil dividir. Que sabe sair quando podia radicalizar. Que sabe voltar quando o país precisa de estabilidade, não de mais conflitos artificiais. A sua história política é, precisamente, a de quem compreende que a democracia não se protege com gritos, mas com instituições fortes e respeitadas, sintonizadas com o interesse nacional.

Num momento em que se discutem direitos fundamentais com ligeireza, da saúde à imigração, da proteção social à própria Constituição, o país precisa de um Presidente que seja guardião ativo do Estado de Direito. Que chame a atenção quando é preciso. Que exija explicações e respostas quando elas faltam. Que promova consensos estruturais em vez de alimentar clivagens estéreis.
Seguro representa também uma visão clara sobre o futuro: um país onde o futuro não emigra; onde mulheres e homens são iguais em direitos; onde a juventude não é convidada a sair para poder viver; onde quem viveu uma vida de trabalho merece toda a dignidade, pensões e reformas às condições de vida; onde a ciência, a educação e o conhecimento são pilares de soberania; onde o acesso ao essencial não dependa do código postal nem da conta bancária.

Esta não é uma candidatura de trincheira. É uma candidatura de chão comum. Aberta a democratas, humanistas e progressistas de todas as áreas, a todos que acreditam que a República deve unir e não dividir.

A eleição presidencial não é um espaço de protesto simbólico nem de experimentação, muito menos um exercício de ego ou de preservação das quintinhas partidárias. É uma escolha séria sobre quem tem autoridade moral, experiência e equilíbrio para representar todos os portugueses num tempo instável.

A 18 de janeiro, não se escolhe apenas um nome. Escolhe-se se a democracia portuguesa entra num ciclo de moderação responsável ou num período de tensão permanente. Escolhe-se um Presidente que seja parte do problema ou, como Seguro, que seja parte da construção de soluções, com equilíbrio, exigência e sentido de futuro para um país justo e de excelência.

Num tempo em que tantos falam de rutura, António José Seguro propõe algo mais difícil e mais necessário: cuidar da democracia para que esteja focada em servir e responder às pessoas.

E isso, hoje, é um ato profundamente político.

António Galamba é apoiante da candidatura de António José Seguro