Frase do dia

  • ''Tenho visto que só a mim é que me perguntam no final dos jogos se vi os lances', Rui Borges
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Da visita de Katy Perry ao espaço a fenómenos raros no céu, 2025 foi um ano particularmente rico em acontecimentos astronómicos e 2026 promete manter o ritmo. O próximo ano deverá ser marcado por avanços na exploração espacial, com especial destaque para a Lua, além de vários fenómenos celestes visíveis a partir da Terra.

Mais de meio século depois das missões Apollo, o interesse humano pelo satélite natural da Terra volta a intensificar-se. No âmbito do programa Artemis, a NASA prevê realizar, em abril de 2026, a missão Artemis II, que irá levar quatro astronautas numa viagem tripulada de cerca de 10 dias. A nave Orion deverá contornar a Lua, sem alunar, antes de regressar à Terra, num ensaio crucial para futuras missões com aterragem lunar.

Um projeto que poderá marcar o ano é o desenvolvimento do módulo lunar Blue Moon, da Blue Origin, empresa espacial fundada por Jeff Bezos. O módulo, com cerca de oito metros de altura – significativamente maior do que os usados nas missões Apollo – encontra-se em fase avançada de desenvolvimento, estando previstos testes ao longo de 2026. O objetivo passa por criar uma plataforma capaz de transportar astronautas e carga pesada para a superfície lunar.

Paralelamente, várias empresas privadas norte-americanas, como a Astrobotic Technology, a Intuitive Machines e a Firefly Aerospace, planeiam realizar alunagens em 2026, no âmbito de contratos comerciais com a NASA para o transporte de instrumentos científicos e outras cargas úteis. Estas missões fazem parte de uma estratégia mais ampla de envolvimento do setor privado na exploração lunar.

A China também deverá reforçar a sua presença no espaço. A missão Chang’e-7, prevista para 2026, terá como alvo o polo sul da Lua, uma região de grande interesse científico devido à possível existência de gelo de água em crateras permanentemente sombreadas. Segundo o China Media Group, esses recursos poderão, no futuro, apoiar missões humanas, fornecendo água potável e até combustível para foguetões.

Já na Terra, 2026 será igualmente um ano marcante para os observadores. Em fevereiro, está previsto um eclipse solar anular – conhecido como “anel de fogo” – visível sobretudo na Antártida, com observação parcial em zonas do hemisfério sul, como a África do Sul, o Chile e a Argentina.

Em agosto, um eclipse solar de grande magnitude atravessará regiões do Ártico, da Gronelândia e da Islândia, antes de atingir a Península Ibérica. Em Portugal, o fenómeno deverá ser visível de forma parcial, com uma redução significativa da luz solar durante alguns minutos.

Ao longo do ano estão ainda previstas várias superluas, com ocorrências no início do ano, no final de novembro e na véspera do Natal. Uma dessas superluas deverá coincidir com a chuva de meteoros das Quadrântidas, em janeiro, aumentando o interesse dos fenómenos observáveis.

Entre missões espaciais ambiciosas e espetáculos naturais no céu, 2026 perfila-se, assim, como um ano de grande relevância para a ciência, a exploração espacial e a observação astronómica.

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