Frase do dia

  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
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A Rússia apelou às Nações Unidas para que “condenem publicamente” o ataque com drones que atribui à Ucrânia e que terá causado pelo menos 24 mortos e cerca de 50 feridos, na parte da região de Kherson, controlada por Moscovo.

“Exigimos que o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, bem como o seu Gabinete e os respetivos mecanismos especiais do Conselho dos Direitos Humanos da ONU, condenem publicamente, o mais rapidamente possível, o monstruoso ataque terrorista perpetrado pelo regime de Kyiv na região de Kherson”, disse Gennady Gatilov, representante permanente da Rússia junto da ONU, em Genebra.

Num comunicado divulgado na plataforma Telegram, o diplomata russo considerou que “silenciar esta tragédia equivaleria a cumplicidade e participação aberta nos crimes sangrentos dos neobanderistas”, numa referência a Stepan Bandera, líder da Organização dos Nacionalistas Ucranianos durante a Segunda Guerra Mundial.

Gatilov classificou o ataque como “mais uma atrocidade insana” atribuída ao Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusando-o de procurar “manter-se no poder a qualquer custo”, desviar atenções dos alegados fracassos militares no terreno e inviabilizar qualquer tentativa de solução pacífica para o conflito.

Segundo Moscovo, o ataque terá ocorrido durante a noite de Ano Novo, quando drones ucranianos atingiram uma zona da região de Kherson sob controlo russo. Vladimir Saldo, governador da região nomeado por Moscovo, afirmou que pelo menos 24 pessoas morreram e que “dezenas de outras” ficaram feridas.

O responsável divulgou ainda imagens que mostram edifícios destruídos e corpos carbonizados, alegadamente resultantes do ataque. Até ao momento, as autoridades ucranianas não reagiram publicamente às acusações feitas pela Rússia.

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