Brian King Joseph apresentou uma ação judicial contra Will Smith, de 57 anos, e contra a empresa do ator, Treyball Studios Management Inc., por assédio sexual, despedimento sem justa causa e retaliação.
De acordo com os documentos entregues, no Tribunal Superior da Califórnia, o violinista acusa o ator norte-americano de o ter “deliberadamente aliciado e preparado para uma futura exploração sexual”, após o ter convidado a integrar a digressão mundial ‘Based on True Story: 2025’, iniciada em novembro de 2024.
A queixa descreve uma alegada “série de acontecimentos traumáticos”, ocorridos em março de 2025, durante a digressão, nomeadamente em Las Vegas. Brian King Joseph confessa ter regressado ao quarto de hotel e encontrado sinais de que alguém teria entrado no espaço sem indícios de arrombamento.
Segundo o processo, no quarto teriam sido encontrados diversos objetos considerados perturbadores, incluindo um bilhete manuscrito com a frase “Brian, eu volto… só nós os dois”, acompanhado de um coração e assinado “Stone F”. O músico denunciou a presença de lenços humedecidos, uma garrafa de cerveja, uma mochila vermelha, frascos de medicação para HIV, em nome de uma terceira pessoa, um brinco e documentos de alta hospitalar pertencentes a alguém que afirma não conhecer.
Na ação judicial, Joseph sustenta que temeu “o regresso iminente de um indivíduo desconhecido” ao quarto, receando ser vítima de violência sexual.
A denúncia acrescenta que, após estes acontecimentos, um membro da equipa de gestão da digressão o terá humilhado verbalmente e informado de que estava despedido, alegando-se também que outro violinista foi posteriormente contratado para ocupar o seu lugar na digressão.
Em reação às acusações, o advogado de Will Smith, Allen B. Grodsky, garantiu à revista People que as alegações são “falsas, infundadas e irresponsáveis”.