Frase do dia

  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
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  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
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  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
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O presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Bruno Pereira, deslocou-se a Lisboa, mas não deixa a capital sem antes ter armado uma grande confusão num restaurante, em Carnide, com a polícia ao barulho. Aconteceu no restaurante Paço de Carnide.

O dono do restaurante onde Bruno Pereira lançou o caos, o sr. Júlio, contou tudo o que aconteceu: “O senhor entrou aqui com dois miúdos para almoçar. Temos uma zona de fumadores e duas zonas de não-fumadores. O senhor quis ficar nessa zona [de fumadores], porque diz que não viu que estava lá o dístico”, começou por explicar ao 24Horas.

“Começaram os senhores a fumar, e ele pediu para mudar de sala. Nós prontamente mudámos de sala, mas o senhor, com um ar arrogante e ameaçador, foi ter com as pessoas que estavam a fumar e mandou-as apagar o cigarro. Por acaso, teve sorte com as pessoas. Se fosse com outras se calhar a coisa ia lhe correr mal”, continuou.

Desagradado com a situação, Bruno Pereira chamou a polícia: “O senhor ameaçou chamar a polícia. E o homem que estava a fumar, disse: ‘Então chame’. E ele chamou. A polícia ainda demorou 30 minutos para vir, e depois eu tive de falar com a polícia. Inicialmente até pensaram que tinham sido chamados porque estava a alguém fumar dentro do restaurante. Depois acabaram por me dizer que se soubessem que era isto nem valia a pena terem vindo”, relata ao 24Horas o responsável pelo restaurante.

Após a queixa do autarca de Santiago do Cacém ter sido desvalorizada pela polícia, Bruno Pereira, não satisfeito, pediu o livro de reclamações do restaurante, onde registou a sua versão do episódio. O 24Horas tentou contactar o presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, mas não obteve qualquer resposta até ao momento.

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