Frase do dia

  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
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O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, condenou este sábado o ataque realizado pelos EUA contra a Venezuela, classificando a ação como “inaceitável” e uma violação grave da soberania de um país latino-americano.

Segundo Lula, qualquer ação militar sem respaldo do direito internacional compromete a estabilidade regional e representa um retrocesso nas relações entre os países do continente. O chefe de Estado brasileiro afirmou que o Brasil repudia intervenções externas e defende que conflitos sejam resolvidos exclusivamente por meios diplomáticos.

“Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo. A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões”
O presidente sublinhou ainda que a América Latina tem um histórico marcado por interferências estrangeiras e que episódios como este reavivam tensões que se julgavam superadas. Para Lula, o respeito à autodeterminação dos povos é um princípio inegociável da política externa brasileira.

O Governo do Brasil reforçou que acompanha a situação com atenção e apelou à atuação de organismos internacionais, defendendo uma solução pacífica e negociada para a crise venezuelana.

MAIS REAÇÕES INTERNACIONAIS

A ofensiva dos EUA e a captura de Maduro geraram uma repercussão imediata no cenário internacional. Entre os países que condenaram a ação, destacam-se Rússia, China, Cuba, Irão, México, Chile, Colômbia e Uruguai, que apontaram violação do direito internacional e risco de agravamento da instabilidade regional.

Em sentido oposto, a operação foi celebrada por figuras políticas alinhadas com Washington, entre elas o presidente da Argentina, Javier Milei, que classificou a ação como um passo necessário contra o regime venezuelano. Setores conservadores dos Estados Unidos também elogiaram publicamente a ofensiva

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