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  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
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A indústria de carnes Sicasal, localizada no concelho de Mafra, foi declarada insolvente, segundo anúncio do Tribunal da Comarca de Lisboa Oeste, publicado esta quarta-feira, dia 7 de janeiro. A decisão coloca em risco 260 de postos de trabalho.

A insolvência resulta de um pedido apresentado pelo Banco Comercial Português (BCP), um dos principais credores da empresa, depois de ter sido chumbado o plano de recuperação. A Sicasal tinha avançado, em outubro, com um Processo Especial de Revitalização (PER), após a unidade industrial ter suspendido a produção no final do verão, com o objetivo de negociar um acordo com os credores.

No entanto, de acordo com a informação divulgada, o tribunal rejeitou o PER devido à falha repetida da empresa na entrega da documentação exigida.

O Tribunal da Comarca de Lisboa Oeste, com sede em Sintra, nomeou Jorge Calvete como administrador de insolvência e agendou a assembleia de credores para o próximo dia 4 de março.

Em declarações à agência Lusa, o administrador de insolvência afirmou que “a produção da Sicasal está parada, mas há intenção de apresentar um plano de recuperação para a reativar” e sublinhou existir “todo o interesse em não encerrar a unidade”, acrescentando que há vários investidores interessados.

A empresa, que no final de 2024 empregava 315 trabalhadores, terminou 2025 com cerca de 260 funcionários. Segundo o Jornal Negócios, a Sicasal chegou a faturar perto de 100 milhões de euros, mas tem vindo a acumular prejuízos. Em 2023, registou uma faturação de 69,7 milhões de euros, com resultados negativos acumulados de cerca de 12 milhões de euros entre 2022 e 2023.

Fundada em 1968 por Álvaro Santos Silva, atual administrador, a Sicasal enfrentou um dos momentos mais difíceis da sua história em 2011, quando um incêndio destruiu parte da área de produção. Ainda assim, a empresa conseguiu recuperar a atividade e preservar cerca de 700 postos de trabalho na altura. Nos dois anos seguintes ao incêndio, investiu aproximadamente 15 milhões de euros na reconstrução e ampliação das instalações.

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