Num período em que a política exige sobriedade e clareza, a Presidência da República deve ser ocupada por alguém que...
Num período em que a política exige sobriedade e clareza, a Presidência da República deve ser ocupada por alguém que compreenda os limites do cargo e saiba usá-lo com sentido de responsabilidade. Mais do que protagonismo, o país precisa de um Presidente que saiba ouvir, ponderar e agir apenas quando o interesse nacional o justifica.
Marques Mendes tem demonstrado, ao longo da sua vida pública, uma forte consciência institucional. Conhece bem a Constituição, respeita a separação de poderes e valoriza o papel do Presidente como árbitro e moderador do sistema democrático. Essa postura é particularmente relevante num contexto de fragmentação política e de governações frágeis.
A sua ligação ao país real, às autarquias, às regiões e às preocupações concretas dos cidadãos, confere-lhe uma visão equilibrada entre Lisboa e o território. Marques Mendes conhece os desafios da descentralização, da coesão territorial e do funcionamento do poder local, dimensões essenciais para um Presidente atento às desigualdades e à unidade nacional.
Num tempo de comunicação acelerada e muitas vezes superficial, Marques Mendes distingue-se pela capacidade de comunicar com clareza e rigor. Essa competência é fundamental para reforçar a confiança dos cidadãos nas instituições e para explicar decisões difíceis com transparência e serenidade.
A Presidência exige independência de juízo, coragem discreta e profundo respeito democrático. Marques Mendes reúne essas qualidades, oferecendo ao país uma candidatura baseada no equilíbrio, na experiência e no compromisso com a estabilidade institucional. Num momento exigente, essa solidez é um ativo decisivo para Portugal.
Fátima Ramos integra a Comissão de Honra da candidatura de Marques Mendes à Presidência da República