Frase do dia

  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
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As Equipas de Cuidados Continuados Integrados (ECCI) registaram um aumento de 43% no número de utentes em lista de espera, segundo dados divulgados esta quinta-feira, dia 8, pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS).

De acordo com a monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), relativa a 2024, mantém-se a tendência para tempos médios de internamento superiores aos recomendados, sobretudo na região de Lisboa e Vale do Tejo, onde a pressão sobre a resposta assistencial continua a ser mais acentuada.

Os dados indicam que, no final de 2024, encontravam-se 1792 utentes a aguardar vaga na RNCCI. Este número representa um aumento de 14,7% face ao final de 2022, embora corresponda a uma ligeira redução de 0,7% em comparação com o final de 2023.

A maior concentração de utentes em lista de espera verificava-se nas unidades de longa duração e manutenção, destinadas a internamentos superiores a 90 dias. Estas unidades reuniam cerca de 700 pessoas em espera e apresentavam, simultaneamente, os tempos medianos de espera mais elevados. Segundo a ERS, esses prazos variavam entre 38 dias na região Centro e 134 dias no Algarve.

A entidade reguladora sublinha que estes dados evidenciam constrangimentos persistentes na capacidade de resposta da RNCCI, em particular nas tipologias de cuidados associadas a internamentos prolongados, com impacto direto na continuidade dos cuidados prestados à população mais dependente.

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