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  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
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Luís Montenegro, de 52 anos, abriu o debate desta quarta-feira, dia 8, com o tema da saúde, começando por apresentar “condolências às famílias das pessoas que morreram nas últimas horas e não terão tido a resposta mais rápida do sistema de emergência”.

A seguir, o primeiro-ministro anunciou que foi aprovado, na véspera, um investimento de 16,8 milhões de euros destinado ao reforço do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). A verba permitirá a aquisição de 275 novas viaturas para o INEM, incluindo 63 ambulâncias, 34 VMER e 78 outros veículos. Trata-se, segundo o chefe do Governo, do “maior investimento do género da última década”, que visa “resolver um problema crónico” herdado de anteriores governações.

Montenegro revelou ainda que, na sequência de uma reunião entre a ministra da Saúde e a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, foi tomada a decisão de criar uma resposta rápida entre 400 e 500 camas em unidades intermédias, com o objetivo de retirar dos hospitais doentes sociais que estão a limitar a resposta às situações de emergência.

Estes investimentos, sublinhou, inserem-se numa “reforma profunda do INEM”, que já está em curso e que passa pela “modernização tecnológica e alteração do sistema de triagem”.

No âmbito das reformas na área da saúde, o líder do Governo adiantou também que o Conselho de Ministros deverá aprovar, esta sexta-feira, as resoluções necessárias para o lançamento do concurso do hospital do Algarve, uma “obra estrutural” que se juntará ao futuro hospital de Todos-os-Santos, em Lisboa.

Questionado por Pedro Pinto, do Chega, sobre se ia demitir a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, Montenegro garantiu que a colega ia ficar no Governo.

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