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  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
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A saída de Ricardo Lewandowski, de 77 anos, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), que apresentou a sua carta de demissão esta quinta-feira, dia 8, deixa o lugar de líder em aberto. Mas já há nomes apontados à sucessão.

Até ao momento, ainda não foi indicado nenhum substituto, mas o secretário-executivo do MJSP, Manoel Carlos de Almeida Neto, deve assumir o cargo interinamente.

Até agora, o nome que surge com maior probabilidade de assumir o cargo é o de Wellington César Lima e Silva, atual advogado-geral da Petrobras. De acordo com o Metrópoles, a sua eventual nomeação tem contado com o apoio do ministro da Casa Civil, Rui Costa, bem como do líder do Governo no Senado, Jaques Wagner, e ainda de Jorge Messias, advogado-geral da União e indicado pelo presidente Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF).

Wellington já foi secretário de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, no início do terceiro mandato de Lula, e, em 2016, chegou a assumir o cargo de ministro da Justiça no governo de Dilma Rousseff (PT), durante 11 dias. No entanto, o STF travou a sua nomeação, uma vez que ele tinha de se ter afastado previamente do Ministério Público do Estado da Bahia.

Nos bastidores, no entanto, há outros nomes que podem vir a suceder Ricardo Lewandowski. Entre eles estão os de Andrei Rodrigues, atual diretor-geral da Polícia Federal (PF), Vinícius de Carvalho, ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), e o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

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