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  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
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A União Europeia aprovou esta sexta-feira o acordo de livre-comércio com o Mercosul, encerrando um processo negocial que se prolongou por 25 anos. A decisão foi tomada numa reunião em Bruxelas, com o apoio da maioria dos 27 Estados-membros.

França, Irlanda, Áustria e Hungria votaram contra o tratado e anunciaram que irão criar obstáculos nos próximos meses para impedir a sua implementação. A Bélgica optou pela abstenção.

Para que o acordo fosse aprovado no seio da União Europeia, era necessário o apoio de pelo menos 15 países que representassem, no mínimo, 65% da população europeia, critério que acabou por ser alcançado.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, deverá deslocar-se ao Paraguai na próxima segunda-feira, dia 12, para assinar formalmente o acordo. O tratado prevê a eliminação de tarifas avaliadas em cerca de quatro mil milhões de euros no fluxo comercial entre os dois blocos.

A decisão surge num contexto de crescente tensão geopolítica e de reforço de políticas protecionistas por parte dos Estados Unidos. A instabilidade internacional e os sinais de que Donald Trump pretende reforçar a influência norte-americana no mercado latino-americano terão contribuído para que a União Europeia ultrapassasse as reservas em relação ao Mercosul e avançasse com a parceria comercial, apesar das preocupações manifestadas por setores agrícolas europeus.

Nos termos do acordo, 91% dos produtos transacionados entre a União Europeia e o Mercosul terão as tarifas progressivamente reduzidas ao longo de um período de dez anos. Para produtos considerados mais sensíveis, como a carne e o açúcar, foram estabelecidas cotas específicas.

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