Frase do dia

  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
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Levantar, ou não, os tabuleiros, quando se acaba de comer nos centros comerciais, sempre dividiu opiniões. Há quem o faça, mas há também quem não o queira fazer por achar que não é o seu trabalho.

Em Portugal, está a tornar-se conhecido um movimento de quem não o que fazer: ‘Não Sejas Pato’. Mas, mais do que apenas não achar que deva fazer esse trabalho, este movimento abrange um tema muito mais sério.

As pessoas que estão a aderir fartaram-se de “trabalhar para as grandes superfícies comerciais: “Parece que finalmente as pessoas já não aceitam trabalhar gratuitamente para as grandes superfícies comerciais, porque isto de trabalhar gratuitamente por educação ou por etiqueta, ou o quer que seja, não se traduziu na redução dos preços.”

E, para além não se ter traduzido numa redução de preços, segundo um dos fundadores do movimento, “eles reduzem nos funcionários, ou seja, mais lucro para o centro comercial e os preços em vez de descerem para o cliente, pelo contrário, nos últimos anos até tem aumentado”.

Num vídeo em que demonstra a expansão do movimento, que começou no Colombo, em Lisboa, refere ainda que, “pelo mesmo preço do centro comercial, vocês podem ir a um restaurante em que o funcionário vai lá, anota o vosso pedido, leva-vos o vosso prato à mesa e recolhe o vosso prato sem que vocês tenham de carregar o que quer que seja, pasme-se, exatamente pelo mesmo preço”.

Nessas imagens amplamente partilhadas nas redes sociais, pode ver-se o centro comercial Palácio do Gelo, em Viseu, com dezenas de tabuleiros espalhados e com as mesas por higienizar.

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