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  • ''O VAR está a matar o futebol'', António Salvador
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Um desabafo nas redes sociais está a gerar enorme indignação. Uma utente oncológica em fase terminal foi colocada no chão das urgências de um hospital em Coimbra, na quinta-feira, dia 8, por não haver macas suficientes.

O filho da doente, João Gaspar, contou, numa publicação no Facebook, a intensa luta que a sua mãe enfrenta contra um “cancro generalizado na zona abdominal” e as dores constantes que ela sente devido à doença e aos tratamentos.

Segundo o relato, a família tentou inicialmente acionar os serviços de emergência, mas as tentativas não tiveram sucesso: “Liguei para a Saúde 24, ninguém atendeu. Liguei para o 112… Disseram que não havia ambulâncias disponíveis.”

Sem alternativas, a família transportou a mulher, de 59 anos, pelos seus próprios meios até ao hospital, onde, ao chegarem, lhes foi dito que não havia macas disponíveis e que deveriam usar uma cadeira de rodas, uma opção impraticável, já que a doente não consegue ficar sentada por muito tempo: “Fui eu, com um familiar, que transportei a minha mãe para dentro do hospital. Numa sala cheia de profissionais, ninguém tinha uma solução. A minha mãe gritava de dores.”

Perante a falta de soluções, os familiares tomaram a decisão de deitar a mulher no chão, sobre uma manta trazida por eles, enquanto aguardavam por atendimento médico: “Houve quem criticasse a decisão, não para ajudar, mas para apontar o dedo.” E denunciou: “Só quando perceberam que aquela imagem estava a ser registada é que alguém começou a agir.”

A partir desse momento, tudo mudou. Foi administrada morfina à sua mãe, recebeu soro e foram realizados os exames necessários.

O filho deixa claro, no final, que a sua mensagem “não é contra os profissionais de saúde”, mas, sim, “contra um sistema que permite que uma doente oncológica terminal fique no chão”.

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