Frase do dia

  • “Se for culpado (Prestianni), acabou para mim”, José Mourinho
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O julgamento da ‘Operação Marquês’ volta a ser discutido esta terça-feira, dia 13, no Tribunal Central Criminal de Lisboa, após uma interrupção que já durava semanas, mas continua envolto em dúvidas quanto à presença da defesa do ex‑primeiro‑ministro José Sócrates.

O historial recente deste processo judicial tem sido marcado por adiamentos causados por questões ligadas à representação legal de Sócrates. O advogado que estava designado para o defender, José Preto, teve alta do hospital, depois de passar mais de dez dias internado devido a uma pneumonia, mas ainda não recuperou completamente e não comparece na sessão marcada para hoje.

Dada a ausência prolongada do causídico, a juíza responsável pelo processo nomeou Ana Velho como defensora oficiosa do arguido. Inicialmente, a advogada disse não ter tempo suficiente para se inteirar devidamente da documentação, considerando a larga dimensão do processo – abrangendo milhares de páginas e elementos complexos –, mas o tribunal manteve a nomeação e deu‑lhe um prazo curto para consulta dos autos.

O julgamento, que começou no verão de 2025 depois de anos de instrução, envolve vários arguidos, entre os quais Sócrates e o empresário Carlos Santos Silva, e dirige‑se a alegações de corrupção, branqueamento de capitais e outros crimes económicos que remontam a décadas de atividade política e empresarial.

Até ao momento, a reabertura do julgamento ocorre num contexto de incerteza sobre quem realmente assegurará a defesa do ex‑primeiro‑ministro nesta fase, depois de sucessivas trocas e recusas de advogados.

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