No dia 18 de Janeiro, na primeira volta de umas eleições presidenciais (com decisão adiada para Fevereiro), eu vou votar...
No dia 18 de Janeiro, na primeira volta de umas eleições presidenciais (com decisão adiada para Fevereiro), eu vou votar André Ventura.
E vou votar por convicção!
Não contra ninguém, não por ser o mal menor, mas por querer tudo o que André Ventura deseja para Portugal.
Nos valores, nos princípios, no projecto político, no respeito pela moral e pela ética, na defesa absoluta da democracia e do voto popular… em tudo isto me identifico com André Ventura.
Não voto, por isso,… também por isso, repito,… contra ninguém, respeitando todos os outros candidatos da área democrática (alguns dos quais conheço, pessoalmente, há muito)
Voto por ser este o caminho que quero para Portugal!!!
Uma política de reafirmação de um Estado forte, implacável com os infractores.
Um País onde todos – mas mesmo todos – sejam obrigados a cumprir a lei e onde afirmar isto mesmo não seja um crime.
Um País onde todos os que cá vivem (ou queiram viver) o façam de acordo com as regras e a cultura dos portugueses, respeitando sempre as diferenças, mas sem nunca desrespeitar as maiorias.
Onde a Saúde não seja uma doença sem cura, mas antes a cura para todos as doenças, com resposta imediata sem desculpas pelos atrasos e pelas falhas, tornando normal o que nem sequer deveria ser admitido como possível.
Onde a habitação seja um direito e não um pesadelo, tornando impensável admitirmos que alguém viva na rua sem que o Estado nada faça para resolver essa vergonha.
Onde todos possam usufruir de formação académica – na escola, no liceu, na faculdade ou numa escola profissional – sem que sejam obrigados a ter de “engolir” ideologias de género ou qualquer outra informação da cartilha de uma esquerda (extrema ou não) que encontra nessa “guerra” o disfarce e a superação da falência do seu modelo de sociedade.
Um País onde os políticos se preocupem em conviver sem cedências ideológicas ao nosso posicionamento geopolítico tradicional, com voz activa no concerto das Nações Europeias, sem que isto signifique deixar de lutar pelos nossos interesses perante os burocratas de Bruxelas.
Um Portugal onde o orgulho de ser português volte a ser o sentimento de cada um de nós!
Por tudo isto, mas por tantas outras razões, eu vou votar André Ventura.
Para que – com a mesma humildade e a mesma disponibilidade de lutar por cada voto, em frente a cada eleitor – André Ventura seja capaz de, na segunda volta (de forma e por meios democráticos… por muito que isto custe aos que o odeiam), voltar a surpreender este “regime” e conseguir o que (quase) todos não julgam possível: ser Presidente da República.
Dia 18,… eu voto André Ventura!!!