Frase do dia

  • “Se for culpado (Prestianni), acabou para mim”, José Mourinho
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Vivem-se tempos difíceis no Irão, manifestações contra o regime dos Ayatollahs alastram a violência pelas ruas, tendo provocado a morte a mais de três mil pessoas, afirma a ONG Iran Human Rights (IHR), já que os protestos em favor da liberdade têm sido violentamente reprimidos pelas forças de segurança lideradas por Ali Khamenei.

Ricardo Sá Pinto, que treina o Esteghlal de Teerão, viu-se obrigado a pedir refúgio à embaixada portuguesa na capital do país. Só que o Ministério dos Negócios Estrangeiros anunciou esta quinta-feira que a embaixada no Irão foi encerrada temporariamente.

Num vídeo divulgado nas suas redes sociais esta quarta-feira, antes do encerramento da embaixada, o ex-futebolista deu o testemunho da difícil experiência que está a viver, mas não vira a cara à luta e afirma que dificilmente abandonará a sua equipa. “Eu tive de me deslocar aqui, porque não tenho internet, telefone, estou incomunicável. Estamos apreensivos para perceber o que é que se vai passar”, começou por dizer.

“Logicamente, gostava de não presenciar uma guerra nesta altura, porque já cá estive logo no início, depois acalmou e agora está na iminência de. Mas tenho também responsabilidades profissionais sobre a minha equipa. Os jogadores iranianos não podem sair daqui e não conseguem deixar as famílias”, acrescentou.

Relembrando que as competições futebolísticas não foram suspensas, Sá Pinto mantém-se com o desejo de continuar a treinar o clube de Teerão. “Ainda ontem tivemos jogo e durante esta semana vamos ter outro. E, portanto, senti-me na obrigação de continuar, de continuar a dar treinos à minha equipa e perceber se há condições”.

“Nesta altura para mim é difícil abandonar e espero que tudo se possa resolver pelo melhor”, revelou ao terminar o testemunho.

Entretanto, o Ministério dos Negócios Estrangeiros fez saber, em comunicado, esta quinta-feira, que “todos os portugueses naquele país foram contactados, tendo oito cidadãos nacionais já abandonado território iraniano. Alguns cidadãos encontram-se em processo de saída do país (com diligências reservadas por motivos de segurança) e os restantes dez cidadãos nacionais (sete dos quais detêm dupla nacionalidade, portuguesa e iraniana) quiseram permanecer no país”.

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