Cuba recebeu esta quinta-feira, em Havana, os restos mortais de 32 soldados mortos durante o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, que resultou na captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
Os caixões, cobertos com a bandeira cubana, chegaram de madrugada ao aeroporto internacional da capital, onde teve lugar uma cerimónia solene, acompanhada por uma banda militar que interpretou o hino nacional. A homenagem contou com a presença do presidente Miguel Díaz-Canel, do antigo líder Raúl Castro e de altas patentes das Forças Armadas. Recorde-se que há semanas circulou o rumor de que Raúl Castro, de 94 anos, teria morrido – uma informação que as autoridades cubanas estariam a ocultar da opinião pública.
O general Lázaro Alberto Álvarez destacou o papel dos militares como símbolo do compromisso de Cuba com os seus aliados e com a defesa da soberania nacional. “O imperialismo pode ter as armas mais sofisticadas e a maior riqueza material, mas nunca poderá comprar a dignidade do povo cubano”, afirmou.
Segundo as autoridades, os soldados pertenciam às Forças Armadas e a serviços de inteligência cubanos, integrados em missões de apoio e segurança ao governo venezuelano desde a chegada de Maduro ao poder.








