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  • 'Têm ideia do que fizeram à minha vida?', João Cotrim de Figueiredo
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A guerra é, tem de ser, um choque. A normalização da atrocidade e do terror deve cada vez mais ser combatida, já que é ponto assente para alguns países que a propagam em forma e conteúdo. Desde 2022 que o povo ucraniano convive diariamente com esta dura realidade, imposta pela Rússia. Mas não são os únicos. Migrantes “descartáveis”, como são descritos por oficiais russos, têm sido utilizados em larga escala pelo país liderado por Vladimir Putin, como um braço armado na frente de batalha na Ucrânia.

Desta feita, um vídeo que circula nas redes sociais demonstra militares africanos ao serviço da Rússia a serem ridicularizados por oficiais do exército daquele país. Nas imagens, é possível verem-se os soldados africanos a cantarem junto a uma fogueira coberta de neve. “Nawaka moto”, é a frase que apregoam e que, em sualí, significa “o fogo está a arder”.

No mesmo vídeo pode ouvir-se o oficial do exército russo que os filma a troçar dos soldados. “Olha quantos descartáveis há. Eles até estão a cantar, tão felizes. Está bem, agora vão para ‘a baía’ [a linha da frente], e vão cantar uma música diferente”, desdenha o soviético.

O vídeo é apenas mais uma evidência do número crescente de migrantes, normalmente oriundos de África, que estão a ser manipulados e coagidos a lutar pela Rússia.

A rádio britânica ‘LBC’ tem dado testemunho de vários casos de estrangeiros que são enganosamente aliciados a combater em favor do exército russo, através de ofertas de emprego falsas, plataformas de jogo online e grupos de Telegram.

Bankoli Machi é um desses sujeitos. Nigeriano, com 36 anos, é mecânico de automóveis de profissão e rumou à Rússia à procura de uma vida melhor, na sequência de uma proposta de emprego na construção civil. Mas na busca do sonho, a realidade mostrou-se-lhe bastante distinta. Acabaria por ser enviado para a guerra pela mão dos russos. No decorrer desta foi capturado pelas forças ucranianas.

Após a sua detenção, o homem revelou: “Vim para a Rússia para trabalhar. Não sabia que estava a vir para me tornar soldado”. Explicando que na chegada ao país do Leste europeu a documentação que lhe foi entregue estava integralmente escrita em russo, o que o fez necessitar de um intermediário que lhe dissesse onde assinar. E assim foi enganado.

Mas não se ficam por aqui as violações dos direitos humanos impostas pela Rússia ao povo africano. ‘Abre-latas’, é como são conhecidos os recrutas estrangeiros enviados para frentes de guerra cobertos de explosivos. O objetivo é que detonem os dispositivos, muitas vezes sacrificando a própria vida, de modo a abrir caminho ao exército russo dentro dos bunkers ucranianos.

Num outro vídeo que circula na internet vê-se um soldado africano com uma mina terrestre presa ao peito, ao mesmo tempo que é humilhado por um oficial russo, que lhe dita a sentença. “Está prestes a correr”, afirma.

As autoridades ucranianas têm alertado a comunidade internacional para o facto de Moscovo estar a recorrer a migrantes para manter o seu efetivo de combate. O embaixador da Ucrânia na África do Sul, Olexander Scherba, afirmou que milhares de africanos estão a ser enviados para a linha da frente sem saber, sob falsos pretextos ou promessas de salários elevados.

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