Frase do dia

  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
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As famílias dos passageiros que seguiam nos comboios de alta velocidade envolvidos na colisão ocorrida este domingo, dia 18, continuam a recorrer às redes sociais para pedir ajuda na localização de familiares e amigos, numa altura em que persistem dificuldades na identificação de todas as vítimas.

É o caso do filho de Ricardo Chamorro Calíz, de 57 anos, que viajava de Madrid para Huelva e cujo paradeiro permanece desconhecido. “Urgente! Por favor, quem estiver em Adamuz e reconhecer este senhor, que é o meu pai, entre em contacto comigo”, escreveu numa publicação partilhada na rede social X.

Outro utilizador relatou que os tios seguiam a bordo de um comboio Alvia. Segundo a mesma publicação, a família conseguiu estabelecer contacto com a tia, mas continua sem qualquer informação sobre o tio.

Também uma mulher pediu ajuda para localizar Miriam del Rosario Alberico Larios, de 27 anos, que viajava sozinha com destino a Huelva. “Continuamos à procura de uma familiar que seguia na carruagem 1 do Alvia. Chama-se Miriam, tem 27 anos e vestia umas calças verdes”, lê-se na mensagem divulgada online.

Até ao momento, as autoridades confirmaram 39 mortos, número que poderá ainda sofrer alterações à medida que avançam os trabalhos de investigação e resgate. Vários feridos continuam a receber assistência hospitalar, tendo sido encaminhados para diferentes unidades de saúde da região.

Os serviços de emergência mantêm-se no local, com equipas de bombeiros, proteção civil e forças de segurança, enquanto decorrem os trabalhos de remoção das carruagens, estabilização da infraestrutura ferroviária e recolha de elementos para a investigação. As autoridades anunciaram a abertura de um inquérito técnico e judicial para apurar as causas do acidente.

Foi também criado um centro de apoio às famílias, com linhas telefónicas de emergência e acompanhamento psicológico, destinado a prestar informação oficial e apoio aos familiares das vítimas.

De acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, não há, até ao momento, indicação da existência de cidadãos portugueses entre as vítimas deste incidente ferroviário. Ainda assim, o Governo português garante que está a acompanhar a situação de perto, em permanente contacto com as autoridades locais.

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O Governo português informou esta segunda-feira que dois cidadãos nacionais estiveram nos comboios envolvidos no grave acidente ferroviário ocorrido no domingo, em Adamuz, no sul de Espanha. O sinistro, que resultou num elevado número de mortes e feridos, aconteceu quando dois comboios de alta velocidade colidiram na linha perto de Córdoba.
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