Frase do dia

  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
Search

Uma manifestação nacional contra a instalação de megacentrais solares no Interior do País está marcada para o próximo 31 de janeiro, em Lisboa, sob o lema ‘O Interior não está à venda – Não às megacentrais solares’. A iniciativa visa contestar vários projetos de grandes centrais fotovoltaicas previstos para a Beira Baixa e outras regiões do Interior, considerados pelos promotores do protesto como ambientalmente e socialmente prejudiciais.

No dia anterior, 30, será entregue na Assembleia da República a petição ‘Salvem a Beira Baixa – Parem as Megacentrais Solares!’, que já reuniu mais de 17 mil assinaturas, o que garante a sua apreciação em plenário.

A contestação intensificou-se após a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ter inviabilizado, pela segunda vez, o projeto da Central Fotovoltaica da Beira, no âmbito do processo de Avaliação de Impacte Ambiental. A comissão de avaliação concluiu que o projeto apresentava impactos negativos significativos, nomeadamente ao nível dos ecossistemas, da ocupação do solo e da paisagem. Apesar do chumbo, a legislação permite que o promotor volte a submeter uma proposta reformulada.

Paralelamente, encontra-se em fase decisiva o processo de avaliação ambiental do Projecto Sophia, uma central solar de grande dimensão prevista para os concelhos do Fundão, Idanha-a-Nova e Penamacor. O projeto, com uma potência instalada prevista de centenas de megawatts, está a gerar forte oposição local, incluindo de autarquias e da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa, que já emitiu parecer desfavorável.

As entidades opositoras alertam para a ocupação de extensas áreas agrícolas e florestais, a fragmentação de habitats, os impactos na biodiversidade e as consequências para atividades económicas como a agricultura e o turismo. Defendem ainda que a transição energética deve privilegiar soluções descentralizadas e a instalação de painéis solares em infra-estruturas já artificializadas, como zonas industriais ou coberturas de edifícios, em vez da conversão de grandes áreas de território rural.

A manifestação em Lisboa pretende dar visibilidade nacional a estas preocupações e pressionar o poder político a rever os critérios de localização e dimensão dos grandes projetos solares.

Recomendado para si

O Governo português informou esta segunda-feira que dois cidadãos nacionais estiveram nos comboios envolvidos no grave acidente ferroviário ocorrido no domingo, em Adamuz, no sul de Espanha. O sinistro, que resultou num elevado número de mortes e feridos, aconteceu quando dois comboios de alta velocidade colidiram na linha perto de Córdoba.
Mário Centeno, de 59 anos, foi afastado da corrida à liderança do Banco Central Europeu (BCE). O croata Boris Vujčić sucede ao espanhol Luis de Guindos. A decisão do Eurogrupo foi tomada após três rondas de votações.