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  • 'Somos gente trabalhadora. Orgulhamo-nos de representar a gente operária', Francesco Farioli
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O fim da Inteligência Artificial (IA) no ensino universitário e politécnico. Foi este o pedido introduzido num manifesto assinado por dezenas de professores que alertam para os perigos crescentes da IA na educação académica e apelam à sua proibição para esse fim.

O documento assinado por 28 professores de instituições do ensino superior de todo o País refere que os alunos estão a ser transformados em “cretinos digitais” e garante que são eles as principais vítimas da transformação digital.

Com o objetivo de “promover a humanização do ensino superior e banir o uso da Inteligência Artificial generativa (IA) nos processos de ensino-aprendizagem”, os subscritores sustentam que os estudantes “veem os seus métodos de trabalho e estudo ser permanentemente soterrados por grandes modelos de linguagem e chatbots que operam enquanto fábricas de produção de lugares-comuns, banalidades, arquiteturas tecnológicas promotoras de fraude e plágio em série”.

Os académicos advertem também para os riscos de deterioração da saúde mental da população estudantil. “A saúde mental dos estudantes bate no fundo, os níveis de ansiedade sobem aos píncaros e, convertidos em cretinos digitais, demonstram muito pouca curiosidade intelectual ou entusiasmo pela enorme e desafiante aventura do conhecimento”, sublinha a mesma nota.

O manifesto aponta ainda o dedo à postura da maioria das instituições, cujo receio de perder o comboio do progresso” conduziu à adoção de uma política “suicidária de portas abertas”, que se limita à introdução de “vagas declarações de intenções, orientações, regulamentos, despachos, circulares, a promover conferências, workshops e a criar grupos de trabalho de eficácia tendencialmente nula”.

“Se existem ainda preocupações genuínas com o futuro dos estudantes, mas também de professores e instituições, o caminho, estreito e não isento de riscos, tem de passar necessariamente pela suspensão generalizada do uso deste tipo de ferramentas nos processos de ensino-aprendizagem”, termina o manifesto onde constam as assinaturas de nomes como Viriato Soromenho-Marques, professor catedrático de Filosofia aposentado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Elísio Estanque, professor associado jubilado da Universidade de Coimbra, João Teixeira Lopes, professor catedrático da Universidade do Porto, ou Raquel Varela, professora auxiliar da Universidade Nova de Lisboa.

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