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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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António Galamba

Há momentos eleitorais que dizem mais sobre o estado de um país do que sobre a disputa entre nomes ou...

Há momentos eleitorais que dizem mais sobre o estado de um país do que sobre a disputa entre nomes ou perspetivas. As presidenciais que vivemos são um desses momentos. Não porque falte pluralidade democrática, mas porque se tornou evidente um cansaço profundo com uma política excessivamente fechada sobre si própria, distante das pessoas, reativa e, tantas vezes, prisioneira de lógicas partidárias ou de curto prazo.

É neste contexto que a candidatura de António José Seguro se afirma com clareza e sentido de responsabilidade nacional. Desde o primeiro dia, não como uma candidatura de fação, de protesto ou de afirmação identitária, mas como uma proposta suprapartidária, aberta, abrangente e centrada no interesse nacional e nas pessoas concretas que fazem o país.

Seguro não apareceu para dividir. Regressou para unir. E isso faz toda a diferença. Uma diferença visível na adesão e nos números, que dos 6,9% de maio de 2025, chegou agora aos 31,11%, 1.754.904 votos.

A sua candidatura dirigiu-se, desde o início, a democratas, humanistas e progressistas de todos os quadrantes políticos e setores da sociedade portuguesa. Fê-lo sem exclusões, sem reservas mentais, sem cálculo tático. Fê-lo com uma ideia simples e exigente: a Presidência da República deve ser o espaço do chão comum, do equilíbrio democrático e da exigência constitucional, num tempo em que o poder tende a concentrar-se e o debate público a degradar-se.

O apelo feito no domingo, claro e frontal, a um Presidente de todos, decente, moderado, exigente e portador de uma renovada esperança, reforçou essa natureza agregadora. E teve resposta. O apoio público de personalidades oriundas da esquerda e da direita democráticas mostrou que há no país uma vontade transversal de preservar o essencial: a Constituição, o Estado de Direito, a dignidade das pessoas e o equilíbrio entre poderes. Não por nostalgia, mas por lucidez perante as ameaças à Democracia e à convivência social.

Esta não é uma candidatura contra ninguém. É uma candidatura por Portugal.

Num tempo em que tantos confundem Presidência com comentário permanente, Seguro afirma um entendimento exigente da função: o Presidente não governa, mas não se demite da responsabilidade de exigir que o Estado funcione, que as instituições respondam e que o futuro não continue a ser adiado. Não normaliza o que está mal, não dramatiza o que exige serenidade. Age com firmeza, mas com respeito pelas regras e pelas pessoas.

A sua independência não é um slogan. É um percurso. Um percurso de quem soube colocar o país à frente da sobrevivência política, de quem saiu quando podia radicalizar, de quem voltou quando percebeu que o país precisava mais de estabilidade e confiança do que de ruído e confrontação. Um percurso que lhe permite hoje falar com todos, sem amarras, sem agendas ocultas, sem dependências.

Esta candidatura fala de saúde, de habitação, de desigualdades, de salários e pensões, de jovens forçados a emigrar, de territórios esquecidos, da competitividade, das alterações climáticas, não como slogans eleitorais, mas como problemas estruturais que exigem exigência política e visão de longo prazo. Fala de um país onde o local de nascimento não determine o destino, onde o futuro não seja sistematicamente adiado, onde a democracia volte a fazer sentido na vida concreta das pessoas como meio de construção de soluções para as necessidades e as expetativas.

Dirigir-se a todos não é diluir convicções. É ter convicções suficientemente sólidas para não precisar de excluir ninguém. É acreditar que a República se fortalece quando agrega e enfraquece quando divide.

Num tempo de extremos ruidosos, de ódios, de desinformação e de populismos que a nada respondem, António José Seguro representa uma alternativa serena, firme e necessária. Uma candidatura que não vive do medo, nem da divisão, nem do ressentimento, mas da confiança de que Portugal é maior do que as suas circunstâncias.

É isso que explica o apoio crescente, plural e transversal. E é isso que faz desta candidatura uma candidatura de esperança de cada vez mais portugueses. A esperança de um Portugal do lado da solução, que constrói respostas, antecipa tendências e quer ter mais futuro, coesão, justiça e excelência.

António Galamba é apoiante da candidatura de António José Seguro