Frase do dia

  • ''Não compreendo o que estás a fazer na Gronelândia'', Emmanuel Macron para Donald Trump
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Donald Trump, de 79 anos, voltou a recorrer às redes sociais, como forma de propaganda, desta vez ao publicar imagens criadas por Inteligência Artificial que sugerem uma expansão territorial dos Estados Unidos, incluindo a Gronelândia, no centro de uma crescente tensão diplomática com aliados europeus.

Numa das imagens partilhadas na sua conta da plataforma Truth Social, Trump surge a colocar uma bandeira dos EUA na Gronelândia, acompanhado do secretário de Estado, Marco Rubio, e do vice-presidente, JD Vance, num cenário com um cartaz fictício que descreve o território como “território dos EUA, est. 2026”, uma representação visual que reflete a sua insistente proposta de aquisição ou controlo estratégico da ilha autónoma, que pertence à Dinamarca e é alvo de fortes críticas por parte de vários países europeus e das próprias autoridades groenlandesas.

No entanto, esta não foi a única fotografia publicada. Antes de visar a Gronelândia, Trump publicou uma imagem, também criada através de Inteligência Artificial, onde recria uma reunião com os líderes europeus, nomeadamente o primeiro-ministro inglês, Keir Starmer, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o presidente francês, Emmanuel Macron, o chanceler alemão, Friedrich Merz, juntamente com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e o secretário-geral da NATO, Mark Rutte. Na imagem, é também possível ver a bandeira dos EUA que se estende pelo Canadá e pela Venezuela.

O presidente dos EUA também divulgou mensagens privadas do presidente francês, Emmanuel Macron, em que este expressa surpresa e preocupação com a posição norte-americana sobre a Gronelândia, embora reitere alinhamento em outras áreas como a Síria e o Irão.

“Meu amigo, estamos totalmente alinhados sobre a Síria. Podemos fazer grandes coisas no Irão. Não compreendo o que estás a fazer na Gronelândia.”

Macron propôs ainda a realização de uma cimeira do G7, em Paris, na quinta-feira, dia 22, após o Fórum Económico Mundial em Davos, para discutir questões globais, onde reitera que pode “convidar ucranianos, dinamarqueses, sírios e russos à margem da reunião”.

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