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  • ''Ambiente de respeito, cordialidade e espírito construtivo'', Benfica em comunicado após reunião com 200 adeptos no Seixal
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Apontado por vários participantes como um dos discursos mais elogiados desta edição do Fórum Económico Mundial, em Davos, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, afirmou esta quarta-feira que o mundo atravessa uma “rutura, e não uma transição”, marcada pelo enfraquecimento da ordem internacional baseada em regras e pelo regresso de uma rivalidade aberta entre grandes potências.

No discurso, Carney defendeu que os países de média dimensão não são impotentes neste novo contexto e devem atuar em conjunto para construir uma nova ordem internacional assente em valores. Considerou que a narrativa de uma globalização benéfica para todos deixou de refletir a realidade, alertando para o uso crescente de tarifas, cadeias de abastecimento e infraestruturas financeiras como instrumentos de coerção geopolítica.

O líder canadiano sustentou que instituições multilaterais como a ONU, a Organização Mundial do Comércio e os fóruns climáticos estão sob pressão, levando muitos Estados a procurar maior autonomia estratégica em áreas como energia, alimentação, minerais críticos e defesa. Ainda assim, advertiu para os riscos de um mundo fragmentado em “fortalezas”, que classificou como mais pobre, mais frágil e menos sustentável.

Recorrendo a uma metáfora inspirada no ensaio O Poder dos Sem-Poder, de Václav Havel, Carney apelou a que países e empresas deixem de “manter o cartaz na montra” – isto é, de fingir que a ordem internacional funciona como antes – defendendo que a honestidade sobre a realidade geopolítica é condição para uma política externa eficaz.

Neste contexto, apresentou a nova orientação estratégica do Canadá, descrita como um “realismo baseado em valores”, que conjuga o compromisso com princípios como soberania, integridade territorial, direitos humanos e respeito pelo quadro das Nações Unidas, com uma abordagem pragmática às relações internacionais.

Carney sublinhou que o Canadá está a reforçar a sua base interna, através de cortes de impostos, eliminação de barreiras ao comércio interprovincial e investimento acelerado em energia, inteligência artificial, minerais críticos e infraestruturas comerciais. O Governo prevê duplicar a despesa em defesa até ao final da década e diversificar parcerias internacionais, incluindo com a União Europeia e outros parceiros na Ásia e América Latina.

No plano da segurança, reafirmou o apoio à Ucrânia, à NATO e ao princípio da defesa coletiva, bem como à soberania da Gronelândia e da Dinamarca no Ártico. Manifestou ainda oposição ao uso de tarifas como instrumento de pressão e defendeu soluções negociadas para garantir estabilidade naquela região.

“Se não estamos à mesa, estamos no menu”, afirmou, defendendo coligações flexíveis entre potências médias com valores e interesses comuns. Concluiu que “o velho mundo não vai regressar” e que “a nostalgia não é uma estratégia”, mas mostrou-se convicto de que da atual rutura pode emergir uma ordem internacional mais forte, justa e honesta, se os países intermédios assumirem um papel ativo e coordenado.

@ctvnews Prime Minister Mark Carney is in the Swiss ski resort town of Davos to pitch Canada as an investment destination at the World Economic Forum. #markcarney #carney #canada #news #tariff ♬ original sound – CTVNews

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