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  • ''Neutralidade de Montenegro será lesiva para o PSD'', David Justino
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Um homem morreu esta quinta-feira, 22, depois de uma atraso dos meios de socorro do INEM. O indivíduo de 45 anos perdeu a vida na sequência de uma paragem cardíaca no exterior da estação de comboios de Abrantes.

De acordo com a fita do tempo a que a Lusa teve acesso, o alerta para a ocorrência terá sido dado pelas 7:29 e classificado como P1 (emergente). Ditam as regras do INEM que neste tipo de ocorrências (P1), com critério clínico de “risco imediato de vida”, os meios de socorro devem chegar ao local em 8 minutos. No entanto, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Médio Tejo, que a par de uma ambulância dos Bombeiros Voluntários de Abrantes foi enviada para o local, só chegou ao destino às 7:53, 24 minutos depois de o alerta ter sido emitido.

Em declarações à Lusa, o comandante dos bombeiros de Abrantes afirma que as atuais condições da estrada tornam impossível que o trajeto entre a corporação e a estação de comboios seja percorrido nos 8 minutos previstos pelo INEM. “Quando há trânsito e camiões, como a via dificulta a ultrapassagem, chegamos a demorar 35 a 40 minutos”, acrescentou.

O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) adiantou também à Lusa que na tarde de quinta-feira houve dezenas de ocorrências em espera para que fossem enviados os serviços de emergência, muitas delas com tempos de espera ultrapassados, tendo em conta as prioridades definidas pelo INEM.

Recorde-se que o novo sistema de prioridades do INEM, que vigora desde o início do ano, classifica as ocorrências em cinco escalas (P1-P5). Para além da já referida P1, nos casos P2 (Muito urgente) os meios devem chegar em 18 minutos. Nos P3 (Urgente) espera-se que a chegada ao local ocorra até 60 minutos e em casos P4 (Pouco urgente) possa demorar até 120 minutos. Já nos P5 não é considerada a necessidade de envio de meios de emergência, com os pacientes a serem transferidos para a Linha SNS24.

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