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  • ''Ambiente de respeito, cordialidade e espírito construtivo'', Benfica em comunicado após reunião com 200 adeptos no Seixal
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Vinte e quatro horas após o 24Horas ter noticiado que o cunhado do ministro António Leitão Amaro, o governante que tem a seu cargo a gestão do ‘dossier Vasp’, esteve envolvido num frustrado negócio da compra daquela distribuidora de publicações ao empresário Marco Galinha, o gabinete do primeiro-ministro prefere continuar sem esclarecer se esse episódio poderá levar, ou não, ao afastamento de Leitão Amaro da tutela dos media.

Como é público, nos últimos meses, desde que a Vasp alertou para a iminência de efetuar um corte na distribuição de jornais e revistas em 8 distritos do interior, o governo, pela voz do ministro da Presidência, anunciou estar a procurar, juntamente com aquela distribuidora, uma solução para evitar essa medida drástica.

Porém, segundo o que tem vindo a público, a solução está longe de ser encontrada, dada a alegada intransigência do governo que, pela voz de Amaro Leitão, já fez saber publicamente não estar disposto a “passar qualquer cheque em branco” à distribuidora. Aliás, o mal-estar entre as partes ficou há dias patente na Assembleia da República, quando Marco Galinha afirmou que um alto quadro da sua empresa tinha sido informado pelo gabinete do ministro da Presidência que está proibido qualquer contacto entre a Vasp e o executivo.

O envolvimento agora noticiado de Ricardo Leitão Machado, o controverso cunhado de Leitão Amaro, numa possível compra da Vasp, levantou de imediato a questão relativa a um possível pedido de escusa do ministro da Presidência nos assuntos dos media, mais concretamente do ‘dossier’ referente aquela distribuidora.

Recorde-se que em finais de 2024, perante o polémico envolvimento do seu cunhado no fornecimento de meios aéreos de combate a incêndios, e apesar de não tutelar essas áreas, Leitão Amaro anunciou ter pedido verbalmente escusa na participação em reuniões do Conselho de Ministros que abordasse esse tema, ou outro em que algum seu familiar pudesse estar envolvido, de forma a, segundo declarações a Correio da Manhã, “para afastar qualquer suspeita, risco ou dúvida”.

O 24Horas questionou o gabinete do primeiro-ministro e o do próprio ministro da Presidência sobre essa possibilidade, mas até agora, decorrido um dia sobre o contacto efetuado, nenhum dos dois gabinetes respondeu, remetendo-se ambos ao silêncio.

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