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  • ''Ambiente de respeito, cordialidade e espírito construtivo'', Benfica em comunicado após reunião com 200 adeptos no Seixal
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A segundo volta avança, a corrida estreita-se e os apoios distribuem-se. António José Seguro conseguiu mais um voto, e desta vez de um nome sonante da direita portuguesa. Paulo Portas, o antigo líder do CDS-PP, anunciou este domingo que irá votar no candidato socialista para suceder a Marcelo Rebelo de Sousa.

O conservador explica que atribui o seu voto ao “candidato moderado”, porque a função de um chefe de Estado é “unir o país”.

“Não me parece de todo que o outro candidato, aquele senhor que grita muito, fosse para a Presidência da República unir o que quer que fosse, porque ele só sabe dividir, pôr uns contra os outros, dividir a nação em tribos, em raças, em etnias, em confissões religiosas, e isso é o contrário da função presidencial”, afirmou Portas no seu espaço de comentário semanal na TVI.

O ex-governante refere ainda que votaria em qualquer outro “candidato moderado” que fosse aprovado à segunda volta e recorda Seguro como “um político decente” numa altura muito difícil para o país, como foi a da intervenção da troika.

Embora sublinhe as “divergências doutrinárias” com António José Seguro, o antigo vice-primeiro-ministro ressalva que as diferenças com André Ventura são “de outra natureza” e têm que ver com o humanismo.

“Para aqueles que dizem que isto é uma eleição entre a direita e a esquerda, isso é um grande exagero. É uma eleição entre um político que à esquerda é talvez o mais próximo do centro e um político que está à direita da direita e que se junta ao extremismo que está na moda lá fora. E, portanto, eu não tenho nenhuma dúvida sobre qual é a escolha”, terminou.

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