Frase do dia

  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
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Tomás Taborda, de 23 anos, revelou no programa ‘Dona de Casa’, da rádio Antena 3, ter sido alvo de episódios recentes de bullying e ataques homofóbicos, alguns dos quais ocorridos em espaços públicos.

O ator da novela ‘Terra Forte’, da TVI, recordou um incidente numa casa de banho pública, onde a forma como se vestia motivou comentários depreciativos por parte de um homem mais velho. “Estava com um top e esse senhor disse-me: ‘Estás na casa de banho errada, este não é o teu sítio com esse top’. Depois foi escalando, com coisas mesmo muito graves”, relatou.

As agressões verbais não se limitaram a espaços fechados. Tomás Taborda contou ainda um episódio ocorrido na via pública, durante uma saída à noite, em que foi insultado por um desconhecido. “Chamou-me uma data de nomes, sempre ligados à homossexualidade, como se ser gay fosse um insulto. Para muitas pessoas, infelizmente, ainda é”, afirmou.

Questionado sobre a possibilidade de as situações terem evoluído para violência física, o ator refletiu sobre a reação imediata que teve perante os ataques, marcada por um sentimento de culpabilização. “A minha primeira pergunta foi: eu estou a ter de mudar? Eu fiz alguma coisa? Há quase uma tendência automática para pedir desculpa”, confessou, explicando que essa postura o acompanhou ao longo do crescimento.

Apesar disso, Tomás sublinha que recusa assumir uma atitude de submissão, defendendo o direito à liberdade de expressão e à autenticidade. “Eu não tenho de pedir desculpa por ser eu, por usar o que me apetece ou por me expressar da forma que me é natural”, declarou, reconhecendo que durante muito tempo construiu uma “personagem” assente no pedido constante de desculpa pela sua existência.

“Se estou apenas a ser eu próprio e não invado a liberdade de ninguém, por que razão alguém acha que tem o direito de comentar quem eu sou, como me visto ou como me expresso?”, rematou.

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