Em 2026, os mais ricos do mundo estão a mostrar novamente confiança nos mercados financeiros e vão optar por ajustar as suas carteiras de forma estratégica para tirar partido de oportunidades globais, de acordo com um estudo recente junto de investidores bilionários.
Apesar das tensões geopolíticas e inflação em algumas regiões, a maioria dos bilionários pretende aumentar o investimento em ativos com maior potencial de crescimento em vez de se refugiar em aplicações mais conservadoras.
De acordo com os dados do relatório, divulgado pela UBS, uma das maiores gestoras de património do mundo, o capital privado continua a ser o principal foco de investimento: quase metade dos inquiridos planeia aumentar os investimentos diretos em private equity, enquanto outros estão a reforçar posições através de fundos especializados.
Além disso, ações de mercados desenvolvidos e emergentes continuam populares, com mais de 40% dos bilionários a apontar para estes ativos como áreas em que querem estar mais investidos ao longo do ano.
Já outros setores mais tradicionais como imóveis, dívida pública, ouro e ativos alternativos como arte não atraem tanto interesse em termos de novos investimentos, com a maioria dos bilionários a preferir manter, ou apenas ligeiramente ajustar, as posições já existentes.
