Frase do dia

  • “Esperávamos que Pote tivesse tido minutos na Seleção”, Rui Borges
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Foi um dos nomes maiores do fado em Portugal, “o mestre da guitarra portuguesa”, como era descrito pela imprensa internacional. António Chainho morreu esta terça-feira, dia em que completara 88 anos.

O músico e compositor perdeu a vida na sua residência em Alfragide, avançou o seu agente artístico à agência Lusa. No entanto, não foram reveladas as causas da morte.

Nascido a 27 de janeiro de 1938, em São Francisco da Serra, no distrito de Setúbal, António Chainho começou a tocar guitarra na década de 60 do século passado. Instrumento que não mais largou e com o qual fez carreira ao longo de 60 anos, em que se tornou um dos nomes incontornáveis da música e cultura nacionais. O seu percurso no mundo musical terminou em 2024, com o lançamento do seu último álbum ‘O Abraço da Guitarra’.

Do seu espólio discográfico realçam-se ainda álbuns como ‘A Guitarra e Outras Mulheres’ ou ‘Cumplicidades’. Portugal despede-se hoje de um “embaixador da guitarra portuguesa”, como o apelidou a revista britânica Songlines.

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