Leiria foi uma das cidades mais gravemente afetada pela depressão Kristin, que deixou na região três mortos. Milhares de residências e estabelecimentos continuam sem eletricidade. Para além da interrupção no fornecimento de energia, neste momento os serviços de telecomunicações seguem severamente limitados, complicando a comunicação entre cidadãos e serviços de emergência.
O presidente da Câmara de Leiria, Gonçalo Lopes, fala de “um cenário dantesco de pós-catástrofe” devido aos estragos, tanto nos espaços públicos, como em casas, armazéns, fábricas, central de camionagem e no estádio. O autarca pediu esta quarta-feira para o Governo declarar estado de calamidade. A recuperação da destruição poderá levar “mais de um ano”.
A Força Aérea está a tentar restabelecer a normalidade da atividade da Base Aérea N. 5 em Monte Real, Leiria, depois desta unidade ter sofrido “danos significativos”.