André Ventura pode alcançar o maior resultado de sempre e vencer estas eleições. E o sistema sabe-o. Esta semana confirmou aquilo...
André Ventura pode alcançar o maior resultado de sempre e vencer estas eleições. E o sistema sabe-o.
Esta semana confirmou aquilo que sempre dissemos: quando o poder é ameaçado, o sistema junta-se. Sem pudor. Sem disfarces. Todos contra um. Todos para travar quem rompeu com décadas de jogo combinado entre PS e PSD.
O crescimento de André Ventura não é um acaso nem um fenómeno passageiro. É a resposta direta ao falhanço do regime. Anos de promessas vazias, alternância viciada, submissão ao consenso socialista e desprezo por quem trabalha, cumpre e paga. O país aguentou. Agora reagiu.
A presença de Ventura na segunda volta representa uma rutura histórica. Pela primeira vez, um candidato que enfrenta o sistema de frente chega aqui com uma base eleitoral sólida, transversal e mobilizada. Ventura não cresce apesar do cerco … cresce por causa dele. Cada ataque, cada tentativa de silenciamento, cada rótulo forçado apenas confirma que é o único fora do sistema.
De um lado está Ventura: o voto dos esquecidos, de quem trabalha e não consegue viver, dos reformados abandonados, das forças de segurança humilhadas, das famílias esmagadas por impostos e falta de oportunidades.
Do outro, o candidato do sistema, apoiado pelos mesmos de sempre.
O que está em causa não é apenas uma eleição. É um julgamento a um regime que falhou na justiça, na imigração, na saúde, na segurança e na dignidade de quem trabalha uma vida inteira.
É por isso que Ventura pode alcançar o maior resultado de sempre e vencer as eleições. Porque milhões já não confiam em mais ninguém. E porque o sistema não se reforma … enfrenta-se.
Rui Paulo Sousa é mandatário e responsável financeiro da campanha de André Ventura