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  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
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Portugal vai marcar presença pela 11.ª vez nos Jogos Olímpicos de Inverno, que decorrem em Milão e Cortina d’Ampezzo, na Itália, entre 6 e 22 de fevereiro deste ano. Apesar de não ser um país tradicionalmente associado às modalidades de inverno, Portugal mantém uma ligação histórica aos Jogos desde a sua estreia olímpica em 1952.

O primeiro atleta português a competir nos Jogos Olímpicos de Inverno foi o esquiador Duarte Silva, que participou em 1964, no esqui alpino, terminando na 69.ª posição. Seguiu-se um longo interregno de 36 anos sem participação portuguesa, até ao regresso em Calgary, em1988, com uma equipa de bobsleigh composta por cinco atletas, uma presença inédita, por se tratar da primeira participação nacional numa modalidade de pista rápida, distinta das tradicionais provas de neve.

Ao longo de 10 participações olímpicas de inverno, Portugal levou 16 atletas, entre os quais três mulheres. Sendo Mafalda Queiroz a primeira mulher portuguesa a competir nos Jogos de Inverno, em Nagano 1998, onde alcançou o 21.º lugar no esqui de estilo livre, a melhor classificação de sempre do país na competição.

As participações portuguesas têm sido, regra geral, reduzidas em número, com delegações entre um e três atletas por edição, concentradas sobretudo em modalidades como esqui alpino, esqui de fundo e provas de gelo.

Para a edição de 2026 dos Jogos Olímpicos de Inverno, o Comité Olímpico de Portugal vai levar três atletas: Vanina Guerillot, Emeric Guerillot e José Cabeça. Vanina e José já haviam representado Portugal nos Jogos de Pequim 2022, enquanto Emeric Guerillot se estreia este ano em Jogos Olímpicos.

Com 23 anos, Vanina Guerillot regressa às mesmas provas em que competiu na edição anterior, depois de ter alcançado o 43.º lugar no slalom gigante e não ter concluído o slalom em Pequim. Em Milão-Cortina, irá disputar o slalom gigante no dia 15 de fevereiro e o slalom no dia 18 de fevereiro.

Já Emeric Guerillot, de 18 anos, irá competir em três provas, isto marca o regresso de Portugal à disciplina de Super-G, onde o país não tinha representantes desde Lillehammer, em 1994. O estreante participará na Super-G no dia 11 de fevereiro, no slalom gigante a 14 de fevereiro e no slalom a 16 de fevereiro.

José Cabeça volta aos Jogos Olímpicos depois do 88.º lugar nos 15 km em estilo clássico em Pequim em 2022. Em 2026, irá competir no esqui de fundo, nas provas de sprint, no dia 10 de fevereiro, e nos 10 km em estilo livre, no dia 13 de fevereiro.

Apesar de uma presença histórica contínua e de vários resultados individuais relevantes, Portugal nunca conquistou medalhas nos Jogos Olímpicos de Inverno. Os jogos olímpicos de Milão-Cortina 2026 representa, por isso, mais uma oportunidade para os atletas portugueses tentarem mudar a história e alcançar a primeira medalha olímpica de inverno para o país.

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Portugal vai marcar presença pela 11.ª vez nos Jogos Olímpicos de Inverno, que decorrem em Milão e Cortina d’Ampezzo, na Itália, entre 6 e 22 de fevereiro deste ano. Apesar de não ser um país tradicionalmente associado às modalidades de inverno, Portugal mantém uma ligação histórica aos Jogos desde a sua estreia olímpica em 1952.