Frase do dia

  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
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Chappell Roan, de 27 anos, foi uma das figuras que mais atenção concentrou no tapete vermelho da 68.ª edição dos Grammy, realizada este domingo, dia 1. A cantora norte-americana destacou-se com um vestido transparente, sustentado por piercings nos mamilos, que evidenciava as suas tatuagens e rapidamente se tornou um dos momentos mais comentados da noite.

O modelo, assinado pela casa francesa Mugler, foi apresentado pela primeira vez num desfile de alta-costura em 1998, integrado nas propostas primavera-verão da marca e então usado pela modelo Erica Vanbriel. Décadas depois, a criação voltou a ganhar protagonismo, tendo sido recentemente referenciada na coleção primavera-verão 2025-2026 da maison, já sob a direção criativa do português Miguel Castro Freitas.

Para além do recurso aos piercings, o vestido destacou-se pelo trabalho de drapeado do tecido delicado sobre o corpo e por um decote profundo nas costas, pensado para revelar uma tatuagem de henna, de inspiração indiana, nas costas da artista. À chegada à passadeira vermelha, Chappell Roan usava ainda uma capa, que acabou por retirar momentos depois.

Nomeada para duas categorias, a cantora voltou a surpreender com outras duas escolhas de guarda-roupa ao longo da noite. Para subir ao palco e entregar o prémio de Melhor Artista Revelação, optou por um vestido cinzento, de linhas ousadas, da coleção outono/inverno 2007 da Rodarte, adornado com detalhes florais. Já no after-party, surgiu com um vestido da coleção primavera 2026 de Dilara Findikoglu, combinado com sapatos de salto alto da Alexander McQueen, da coleção primavera 2012.

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