Frase do dia

  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
Search

Marrocos está sob forte pressão internacional à medida que se aproxima o Campeonato do Mundo de futebol de 2030, organizado em conjunto pelo país africano, Portugal e Espanha.

Há denúncias que Marrocos abate cães vadios em massa quando organizam grandes eventos desportivos. A FIFA recebeu um relatório de 91 páginas que prova a captura, envenenamento e execuções dos animais, práticas que organizações de defesa dos direitos dos animais dizem continuar a existir apesar dos avisos.

Este fenómeno foi novamente alertado durante os meses que antecederam a Taça Africana das Nações de 2025 e há receios de que possa voltar a acontecer para o Mundial 2030.

As denúncias afirmam que as operações acontecem nas cidades anfitriãs. Equipas municipais capturam os cães e transportam-nos em carrinhas para os arredores dos centros urbanos. Aí, de acordo com testemunhas, são criados matadouros improvisados onde os cães são mortos a tiro, envenenamento ou deixados a morrer à fome.

Segundo estimativas recolhidas, entre o verão passado e o início da Taça Africana das Nações poderão ter sido assassinados entre três a quatro milhões de cães nas cidades que receberam a competição.

Recomendado para si

O FC Porto deslocou-se a Rio Maior, em Leiria, para defrontar o Casa Pia e saiu derrotado, por 2-1, e perdeu a invencibilidade no campeonato português, esta segunda-feira, dia 2. Os gansos adiantaram-se cedo no marcador com golo de Larrazabal (12'). Ao minuto 41, os dragões viram um golo ser-lhes anulado por fora de jogo de Borja Sainz. Quando tudo apontava para que o jogo chegasse com uma…