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  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
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Colchas antigas, naperons e outras rendas decorativas permanecem frequentemente guardadas em casa, sem utilização prática. No entanto, iniciativas recentes nas redes sociais têm mostrado novas formas de reaproveitar estes têxteis, atribuindo-lhes uma função diferente da original.

A página de Facebook Plaid-à-Porter tem partilhado exemplos de peças de vestuário criadas a partir de rendas antigas, incluindo vestidos e camisolas. O projeto aposta na reutilização de materiais existentes, integrando tecidos tradicionais em peças de uso quotidiano.

Este tipo de reaproveitamento insere-se numa tendência mais ampla de valorização da reutilização e da adaptação de materiais já disponíveis, reduzindo o desperdício e prolongando o ciclo de vida dos têxteis. As rendas utilizadas são, na maioria dos casos, provenientes de colchas e objetos decorativos antigos.

Além da componente ambiental, estas práticas destacam também o trabalho manual associado aos têxteis e a preservação de técnicas tradicionais, adaptadas a contextos contemporâneos.

A reutilização de rendas antigas para a criação de vestuário surge, assim, como uma alternativa para quem procura dar novo uso a peças guardadas em casa, sem recurso a novos materiais.

crédito: Plaid-à-Porter

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