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  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
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O emblemático festival de verão do Norte de Portugal está prestes a iniciar um novo capítulo. Numa mudança estratégica que promete redefinir a sua identidade, o evento abandona a designação “Vivas” para passar a chamar-se, apenas, MEO Marés. A transformação não é apenas nominal: o festival deixa as margens de Vila Nova de Gaia e muda-se para Leça da Palmeira, no concelho de Matosinhos, que servirá de novo palco para a edição de 2026, que decorrerá nos dias 17,18 e 19 julho.

Para assinalar esta nova fase, a organização anunciou um arranque de cartaz ambicioso. O grande destaque recai sobre o regresso dos Da Weasel. A “Doninha” prepara uma atuação exclusiva e inédita, surgindo em palco acompanhada por uma orquestra completa sob a direção do prestigiado maestro Rui Massena. Esta fusão entre o hip-hop e a música clássica promete ser um dos momentos cimeiros da temporada de festivais.

Reforçando o peso internacional do evento, o músico britânico Seal é a mais recente confirmação. Com uma carreira repleta de sucessos e uma voz inconfundível, o artista junta-se a um alinhamento que sinaliza o desejo do MEO Marés de se consolidar como uma referência incontornável no panorama musical europeu, unindo o prestígio dos clássicos à inovação da nova localização.

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