Entrámos na última semana da segunda volta das eleições presidenciais. Uma semana dura, marcada por tempestades que deixaram rasto de...
Entrámos na última semana da segunda volta das eleições presidenciais. Uma semana dura, marcada por tempestades que deixaram rasto de destruição, prejuízos e famílias à espera de respostas. E, como tantas outras vezes na nossa história recente, foi na adversidade que se viu quem é quem.
De um lado, António José Seguro. O candidato do sistema. O candidato da prudência vazia, da palavra calculada, da ausência no momento decisivo. O mesmo perfil de sempre: quando o país precisa de liderança, oferece hesitação; quando é preciso agir, escolhe o silêncio; quando o Estado falha, limita-se a comentar.
Do outro lado, André Ventura. O candidato que esteve no terreno, que ouviu as populações, que denunciou o que falhou e exigiu soluções. Não para tirar fotografias, mas para assumir um papel que o Estado abandonou. Onde outros viram risco político, Ventura viu dever. Onde o sistema se escondeu, ele deu a cara.
Esta semana não foi apenas sobre o mau tempo. Foi um teste de carácter, de coragem e de liderança. Um revelou o conformismo de sempre; o outro mostrou capacidade de ação e compromisso com quem sofre.
No próximo domingo, a escolha é simples e sem truques:
Um Presidente que reage ou um Presidente que se esconde.
Um Presidente do povo ou um Presidente do sistema.
No próximo Domingo … Portugal decide!
Rui Paulo Sousa é mandatário e responsável financeiro da campanha de André Ventura