Frase do dia

  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
Search

Quando mais uma edição do ‘MasterChef Portugal’ se aproxima do fim (é já este sábado, dia 7, na RTP1), a cozinha volta a ser palco de despedidas, balanços e novos começos. Para muitos concorrentes, o último episódio marca o fim de uma etapa; para outros, anos depois, continua a ser um ponto de partida. É o caso de Rita Camoesas, ex-concorrente do programa, que falou, em exclusivo, ao 24Horas sobre o caminho que construiu depois da experiência televisiva – longe das câmaras do concurso, mas cada vez mais próxima do público.

Rita participou no ‘MasterChef 2022’ e admite que o programa foi um ponto de viragem, não tanto pela exposição imediata, mas pelas portas que lhe abriu a nível de perspetiva de futuro. “Antes achava que o único caminho possível era trabalhar num restaurante ou numa pastelaria. Depois do programa percebi que podia usar a cozinha para fazer outras coisas”, explica.

A jovem criadora de conteúdos encontrou nas redes sociais uma nova forma de estar na gastronomia, apostando em vídeos de receitas, workshops e numa comunicação direta com o público. Um percurso que, segundo a própria, foi sendo construído de forma orgânica e com base na consistência. “O MasterChef é uma rampa de lançamento, mas a visibilidade tem de ser muito cultivada depois”, afirma.

Recentemente, Rita Camoesas deu mais um passo importante na sua carreira ao abrir o seu próprio ateliê, um espaço onde grava conteúdos e dinamiza workshops presenciais. O 24Horas esteve no local, onde a ex-concorrente explicou que sentiu necessidade de sair da rotina isolada de trabalhar a partir de casa e de criar um espaço que juntasse criação de conteúdos e formação. Os workshops, abertos a pessoas sem qualquer formação em cozinha, focam-se em temas específicos, como decoração de bolos ou massa fresca, e têm vindo a esgotar com regularidade.

Filha de pais ligados à restauração, a chef admite que cresceu rodeada pela cozinha, embora durante muito tempo tenha resistido a seguir esse caminho profissional. Hoje, olha para o futuro com alguma espontaneidade, sem planos rígidos, mas com ideias em mente – entre elas, a possibilidade de lançar um livro de receitas.

A entrevista completa com Rita Camoesas, onde a ex-concorrente fala de forma mais aprofundada sobre o ‘MasterChef’, as redes sociais, o novo ateliê e os desafios da gastronomia em Portugal, está disponível no YouTube do 24Horas.

Recomendado para si